sábado, 16 de março de 2019


517 - Terras de Capelins 
História da Villa de Terena e das terras de Capelins 
As relações económicas entre Portugal e Espanha (1756-1763). O movimento dos Portos Secos de Mourão e de Terena, tomo 36, I, 2002/2004. 
O Porto Seco de Terena situava-se nas terras de Capelins, que pertenciam a este Concelho, era aqui, que entravam ou saiam, legalmente as mercadorias e, principalmente animais para e de Espanha! Era tudo registado no livro da alfândega, a data, designação do produto, asquantidades, nome do passador e morada! Aqui no Porto de Terena, (Porto da Sisa) passavam grandes quantidades de animais, desde galinhas, frangas, bois, vacas, porcos, chibos, cabras, ovelhas e outros! Também passavam tesouras de tosquiar, carvão para forjas, azeite, tecidos, cereais etc.
FONTES
Arquivo Nacional da Torre do Tombo
1- Alfândegas do Reino 




516 - Terras de Capelins 
História da Villa de Terena o nosso Concelho entre 1262 e 1836 
Álvaro Afonso, morador em Terena, parece que, era contrabandista,era isso que diziam do homem em Terena, então, foi preso, mas quando foi transferido para Estremoz, fugiu! Agora estava na cadeia de Portalegre, porém, D. Manuel I deu-lhe o perdão em troca de 300 réis! Já era assim a justiça em 1498! Quem tinha dinheiro, tinha perdão! Mas se o senhor Alvaro Afonso, de Terena, estava inocente, porque fugiu? Isto foi há 520 anos!
Documento do Rei D. Manuel I 
A ÁLVARO AFONSO, MORADOR EM A VILA DE TERENA FOI DADA CARTA DE PERDÃO, A PEDIDO DO SUPLICANTE, QUE ENVIOU DIZER QUE ELE FORA PRESO NA CADEIA DA VILA DE PORTALEGRE POR SE CONTRA ELE DIZER QUE ERA PASSADOR DE COISAS DEFESAS DESTES REINOS PARA OS DE CASTELA.
NÍVEL DE DESCRIÇÃO
Documento simples Documento simples
CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/CHR/K/29/111-412V
TIPO DE TÍTULO
Formal
DATAS DE PRODUÇÃO
1498-07-28 A data é certa a 1498-07-28 A data é certa
DIMENSÃO E SUPORTE
26 linhas
EXTENSÕES
26 Livros
ÂMBITO E CONTEÚDO
Quando o transferiam para Estremoz fugiu e agora pedia ao rei que lhe perdoasse, o que aconteceu, contanto que ele pagasse 300 reais para as despesas da Relação, que logo pagou a Francisco Dias ... como se comprova por um seu assinado e por outro de Gomes Eanes ... El-rei e Principe o mandou pelos doutores Fernão Roiz ... e Gonçalo de Azevedo ... Francisco Dias a fez. E não seja dúvida no respançado onde diz 300 porque se corrigiu por verdade.
COTA ATUAL
Chancelaria de D. Manuel I, liv. 29, fl. 111v 




515 - Terras de Capelins 
História da Villa de Terena o nosso Concelho entre 1262 e 1836 
Documento do Rei D. Afonso V 
Há 578 anos 
Encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo
D. AFONSO V NAS CORTES DE LISBOA DE 1439 RESPONDE AOS VÁRIOS CAPÍTULOS APRESENTADOS PELO CONCELHO E HOMENS BONS DA VILA DE TERENA, CONFIRMANDO-LHE TODOS OS PRIVILÉGIOS QUE JÁ LHE HAVIAM SIDO CONCEDIDOS.
NÍVEL DE DESCRIÇÃO
Documento simples Documento simples
CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/CHR/I/0002/23
TIPO DE TÍTULO
Atribuído
DATAS DESCRITIVAS
[1440?]
DIMENSÃO E SUPORTE
1 doc.
COTA ATUAL
Chancelaria D. Afonso V, liv. 2, f. 17 





514 - Terras de Capelins 
História da Villa de Terena o nosso Concelho entre 1262 e 1836 
Documento do Rei D. Manuel I 
JOÃO SOARES, NOMEADO JUIZ DAS SISAS DA VILA DE TERENA SUCEDENDO A RUI MARTINS, MORADOR NA VILA DE VEIROS.
NÍVEL DE DESCRIÇÃO
Documento simples Documento simples
CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/CHR/K/42/115-485
TIPO DE TÍTULO
Formal
DATAS DE PRODUÇÃO
1513-07-11 A data é certa a 1513-07-11 A data é certa
DIMENSÃO E SUPORTE
12 linhas.
EXTENSÕES
12 Livros
ÂMBITO E CONTEÚDO
O cargo estava vago há 2 ou 3 anos fazendo com que os recebedores tivessem de andar seis léguas, dum lugar ao outro. Pagou de ordenado 150 reais. El rei o mandou pelo barão de Alvito, do Conselho e vedor da fazenda. Jorge Fernandes a fez.
COTA ATUAL
Chancelaria de D. Manuel I, liv. 42, fl. 115 





513 - Terras de Capelins 
História da Villa de Terena o nosso Concelho entre 1262 e 1836 
Documento do Rei D. Manuel I 
NOTIFICAÇÃO AOS JUIZES, CONCELHO E HOMENS BONS DA VILA DE TERENA, DA MERCÊ A MARCOS VARELA, ESCUDEIRO, CRIADO DO CHANCELER-MOR, DO FÍCIO DE ESCRIVÃO DOS ORFÃOS, DA CÂMARA E DA ALMOTAÇARIA DESSA VILA, COMO FORA NUNO DO REGO, QUE FALECERA.
NÍVEL DE DESCRIÇÃO
Documento simples Documento simples
CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/CHR/K/15/115-351V
TIPO DE TÍTULO
Formal
DATAS DE PRODUÇÃO
1514-08-18 A data é certa a 1514-08-18 A data é certa
ÂMBITO E CONTEÚDO
El-rei a mandou pelo doutor Rui Boto, etc. Pero Gomes a fez.
COTA ATUAL
Chancelaria de D. Manuel I, liv. 15, fl. 115v 





512 - Terras de Capelins 
História da Villa de Terena o nosso Concelho entre 1262 e 1836 
Documento do Rei D. Manuel I 
Está no Arquivo Nacional da Torre do Tombo
NOTIFICAÇÃO AOS JUIZES, CONCELHO E HOMENS BONS DA VILA DE TERENA, DA MERCÊ DE TABELIÃO DO PÚBLICO E JUDICIAL DESSA VILA E SEU TERMO A JOÃO SOARES, CRIADO DE LOURENÇO FARIA, FIDALGO DA CASA DEL-REI, COMO FORA NUNO REGO, QUE FALECERA.
NÍVEL DE DESCRIÇÃO
Documento simples Documento simples
CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/CHR/K/23/23-154V
TIPO DE TÍTULO
Formal
DATAS DE PRODUÇÃO
1504-07-26 A data é certa a 1504-07-26 A data é certa
ÂMBITO E CONTEÚDO
El-rei a mandou pelo Dr. Rui Boto. Baltazar Fernandes a escreveu.
COTA ATUAL
Chancelaria de D. Manuel I, liv. 23, fl. 23v 




511 - Terras de Capelins 
História das Misericórdias 
A 15 de Agosto de 1498 em Lisboa, no ano em que os navegadores portugueses atingiam a Índia, surgia a primeira misericórdia portuguesa em resultado da especial intervenção da Rainha D. Leonor, e com o total apoio do Rei D. Manuel I.

O desenvolvimento da expansão marítima, da atividade portuária e comercial favorecia o afluxo de gente aos grandes centros urbanos, como era o caso de Lisboa. Gente que vinha à procura de trabalho ou de enriquecimento, numa busca muitas vezes sem frutos. As condições de vida degradavam-se. As ruas transformavam-se em antros de promiscuidade e doença, aglomerando-se pedintes e enjeitados. Também os naufrágios e as batalhas originavam grande número de viúvas e órfãos, e a situação dos encarcerados nas prisões do Reino era aflitiva.
Neste contexto difícil, D. Leonor, rainha viúva de D. João II, resolve instituir uma Irmandade de Invocação a Nossa Senhora da Misericórdia, na Sé de Lisboa (Capela de Nossa Senhora da Piedade ou da Terra Solta), onde passou a ter sede. Ao fim de quase um século de navegações oceânicas, surgia, desta forma, uma nova confraria orientada por princípios estabelecidos no Compromisso (estatuto ou regulamento) da Misericórdia. 


584 - Amigos de Capelins História, lendas e tradições da Villa de Monsaraz A lenda do Fernando, filho do Padre de Monsaraz No an...